[Sete Sombras] Capítulo 1 – Marcos
Deveria estar chovendo. Foi o que o cinema de Hollywood ensinou durante sua infância regada a filmes de qualidade duvidosa. No entanto, contradizendo seus clichês, o sol brilhava incessante às duas da tarde, fazendo-o amaldiçoar-se por ter esquecido os óculos escuros no escritório. Autômato, caminhava pela calçada de concreto rachado, relembrando a conversa com a [...]
[Sete Sombras] Capítulo 2 – Vanessa
O relógio indicava que a manhã já passava da metade, mas o corpo não parecia nem ter saído da madrugada. A jovem se espreguiçou lentamente, como se, ao alongar os músculos, pudesse extirpar o cansaço que sentia. Cansaço acompanhado de satisfação. Enquanto arrastava os pés pelo piso de cerâmica fria, relembrava a noite anterior com [...]
[Sete Sombras] Capítulo 1 – Marcos
Deveria estar chovendo. Foi o que o cinema de Hollywood ensinou durante sua infância regada a filmes de qualidade duvidosa. No entanto, contradizendo seus clichês, o sol brilhava incessante às duas da tarde, fazendo-o amaldiçoar-se por ter esquecido os óculos escuros no escritório. Autômato, caminhava pela calçada de concreto rachado, relembrando a conversa com a [...]
A verdade está lá dentro
O jornalista e ufólogo Eduardo Ramos morreu aos 36 anos, na última quinta-feira (10), vítima de um incêndio no apartamento onde morava em Belo Horizonte. Segundo os vizinhos, a fumaça saía da janela do jornalista desde as 18h. Os bombeiros foram chamados e levaram quase 3 horas para apagar as chamas. Um dos oficiais contou [...]
Escrevendo fantasia “nacional” – Proposta 03: O Método Cassaro
E cheguei ao último dessa série de posts que fiz para discutir algumas ideias sobre produção de literatura fantástica e RPGs inspirados na “mitologia” brasileira. Falei de coisas variadas como engessamento institucional de lendas, falta de tesão, uso de histórias obscuras e até mesmo arrisquei (de maneira totalmente canhestra) desconstruir um curupira. Essa proposta final vem [...]
Pareço legal, mas… #002
… sou revisora. Lidem com isso. Trecho do primeiro quadro é culpa de Edgar Alan Poe, William Wilson.






